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Metonímia da Vida

A metonímia é muito usada por escritores das antigas. E quando digo “antigas”, é realmente muito antigo; algo como Trovadores ou Lima Barreto, pra mim todos têm a cabeça igual mesmo estando classificados em épocas diferentes.
Poderia citar Machado de Assis também, mas não tenho domínio suficiente sobre o exímio autor a ponto de supor algo que envolva várias de suas obras.

A metonímia é nada mais que o uso da parte pelo todo. Alegorias, objetos, pessoas e até mesmo características que são denominadas como generalizantes, contudo isso não acontece apenas em textos.

É gostoso ter ao seu lado algo que represente pessoas distantes ou com quem você se importa. Eu nunca fui fútil o suficiente para me apegar a objetos a ponto de dar nomes ou não conseguir largar deles, pelo contrário, apesar de bem capitalista, sou liberal quanto ao aspecto material. Porém, quando o objeto é dado de bom grado e carinho, este mesmo se torna especial de um modo que não se pode definir. Futilidade não é, lhe garanto.

Apenas se trata de um objeto de valor cujo valor material não tem importância, mas seu valor sentimental não equivale a nenhuma montanha de dinheiro.

Descobri que o homem sensato é fraco, porém sábio. Pois seu instinto não lhe deixa vender algo cujo valor é sentimental, pois se submete a um estado de paz, abstinência e tranquilidade apenas por ter uma parte, talvez um presente, de alguém dentro de seu bolso.

Retratos confusos.

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