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Arquivo do mês: novembro 2010

Luta pelo que quer ou desiste fácil ?

Insisto até não poder mais! Luto. Tanto que nem sei mais se falo de coragem ou burrice. Contudo aprendo com meus erros, assim descubro a hora de parar e desistir.

Seja Imprevisível :P

Ser ou não ser?

Eis a questão!


(eu sei que a frase não é desse romance G_G)

Se eu tivesse a chance de nascer de novo, começar tudo do zero, apagar tudo que sei para encontrar aquilo que não imagino que exista. Escrever novas histórias, fazer novas companhias, controlar meus atos, dizer tudo à todos que merecem ouvir, vomitar na cara do sistema, destruir propriedades, acabar com a desigualdade, matar um por um aqueles que são desprezíveis e prejudiciais ao mundo, o que fazem aqui?

Ser diferente. Não ser idiota, o bonzinho, garoto correto, inteligente, disposto, romântico; com suas hipérboles de felicidade e tristeza oscilando em senóide, onde os vales são infinitamente gigantescos comparados às cristas. Escolher o podre. Defeituoso por completo, sem valor, drogado, PORÉM, consciente. Consciência para aprender, desfrutar e gozar de cada prazer inescrupuloso e horrível que a natureza e a ciência nos proporcionam. Não dar valor, ser indiferente, mal-criado, curtir um funk, estar com várias ao mesmo tempo, não respeitar, até ser palmeirense (heiuahea), para que assim não esqueçam. Para que sofram ao lembrar do meu nome, para que fique na alma gravado em sangue os momentos felizes e tristes com as pessoas com quem convivi, para que eu tenha um valor grande e repulsivo diante de quem realmente merece, por serem tolos. Mas eu não enxergaria que merecem, e assim, acabaria, como se para mim nunca tivessem existido.

Esse é um tipo de personalidade comum e desejada.
Personalidade que jamais terei, e fico feliz por isso.

K. Philipe, D. Phillip, Fillip I, Sir. Fillipi, Felipe

Você acredita em vidas passadas?

Aposto que já deve ter esbarrado com alguém na rua, olhado fixamente para o rosto da pessoa com quem trombou e percebido algo semelhante, algo conhecido: feições, olhos, boca, nariz, jeito de falar, qualquer coisa que conseguiu despertar em você uma memória embaçada… De onde eu conheço essa pessoa?

Insatisfeito? Comece a lembrar de seus amigos, colegas, conhecidos. Por que criamos essa hierarquia? Alguns são mais próximos, outros mais distantes e alguns nem se tem mais notícia. Eu, particularmente, tenho amigos que são muito, muitíssimo próximos, até considero como familiar. E por quê?

Não, não. Não estou questionando por que adoto-os como parte de minha queridíssima e amada família, pergunto a você por que eles são tão próximos. Veja bem, há pessoas que devido a convivência se tornam amigos íntimos, mas apenas, e somente apenas, por causa dessa convivência diária com a pessoa em questão.

Deste modo, podemos contar com os dedos as pessoas que são diferentes e não se encaixam nesse grupo. Tenho certeza que você já conheceu alguém, em algum lugar, em algum momento, e neste mesmo instante ela se tornou especial para você. Sem tê-la visto alguma vez, sem ter conversado com ela, nada. Simplesmente o “santo bateu”.

Interessante, não? O “santo bateu” (Caso ainda não tenha entendido, a expressão indica que você se deu bem com a pessoa em primeira estância, lol). Como pode, alguém desconhecido, que na maioria das vezes, não muita coisa em comum contigo, apenas gosta de umas músicas que você conhece, ou leu ou livro que você gostou, ou até mesmo já frequentou uma festa onde você estava, e essa pessoa se tornou tão confiável de uma hora para outra?

Carisma? Dejavú? “Química”? Bah!
Quem sabe…? Você acredita em vidas passadas?

Ah, a sua religião não lhe permite? Peninha.
O que importa é que acontece, e isso não se pode negar.

Uma palavrinha?

Complicada!


Ria!

Sinto-me instável, gelado, desmotivado, sem saber o motivo. Na verdade, talvez saiba, mas não quero cair nas mãos dos meus apelos emocionais novamente, disse que sou forte… Sinceramente, parece medo. Medo do nada, medo do tudo. Vida!

Decepção.

…sou suficientemente sano para não me jogar nos braços do suicídio.

Devia tomar vergonha na cara e parar de reclamar enquanto outros estão piores do que eu e assim se satisfazem.

E sempre tentar ser sincero

Nada é fácil
Nada é certo
Não façamos do amor
Algo desonesto

Quero ser prudente
E sempre ser correto
Quero ser constante
E sempre tentar ser sincero

Um diferente alguém.

12 meses,  4 estações,  52 semanas, 8760 horas, 525600 minutos, 31536000 segundos… em todo ano.

Por mais que os dias vividos pareçam monótonos, estes nunca são os mesmos. Todo dia, hora e minuto são precisamente valiosos e raros, a particularidade de cada não repetirá novamente, o que foi aprendido ou deixado de aprender está gravado, o que foi aproveitado ou gasto é passado, resta no tempo apenas a experiência da vida, o mais óbvio e concreto, também altamente abstrato ao mesmo tempo, aprendizado que poderíamos receber. Algo que nenhuma escolas ou docentes particulares conseguiriam te ensinar; apenas aquelas pessoas, atos, palavras e pensamentos têm o poder de juntar todo sofrimento e  felicidade que passara por meus olhos, boca,  cérebro e memória, para afunilá-los com extrema dificuldade em uma única redoma, a sanidade.

Por isso, hoje não sou o mesmo de ontem, nem mesmo o de hoje, pois o dia está no fim, e o ciclo começa novamente. Contudo, posso garantir-lhe uma coisa: toda mudança tangencia um ideal fixo, uma ideia raíz, aquela que nos torna, assim como o tempo, únicos e insubstituíveis. Que, em mim, não muda mais.

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