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The Second Unforgiven

Silêncio. . . Apenas o som das batidas de um coração; e das letras do teclado sendo apertadas uma a uma, formando palavras e mais palavras até formarem um parágrafo. De parágrafo a parágrafo, ideias se juntam aos montes para se transformar na maravilhosa evolução da mente que é o texto.

Texto pós texto, páginas numerosas são metamorfadas num casulo onde reina intriga, mistério, desejo, romance, suspense, ação, terror e imaginação… E quando chegarmos ao fim, restará fechar a última folha, desfrutar de um epílogo e apreciar sua capa. Agora, na estante, até ser redescoberto num futuro onde o passado é melhor conhecimento.

As I lay dying, through a veil of madness, cross after the darkest sea, with quite jealous eyes, and my hand of blood, I’m behind the door. Open it.

What I’ve felt
What I’ve known
Sick and tired
I stand alone
Could you be there
‘Cause I’m the one who waits for you
Or are you unforgiven too?

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