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Bolhas

Escrever ao som de Alan Silvestre, com a leve brisa da noite e a lua assistindo suas ideias, é a melhor coisa que existe; Os únicos sentimentos mais fortes que estes estão vedados a mim. Vedados na recíproca, na verdade, mas não interessa a ninguém.  Enquanto não posso beijar, rasgar roupas ou morder orelhas, me privo ao lápis e o papel… no meu caso “capitalista”, teclado.

Ao soar das trombetas sinfônicas em meio aos cortes do vento frio, a inspiração surge como um sopro a um arco mergulhado em detergente: fazendo bolhas de ar surgirem do líquido e vagarem eternamente no espaço; Quem sabe elas não chegam até Marte? Ou talvez cheguem ao ouvido de alguém? …explodindo e dizendo tudo que passa na minha cabeça com a sinceridade de uma criança? Poderiam sumir muito antes, mas estou pouco me fodendo se vão estourar ou não.

Hahaha, flutuem, ideias! Surjam para fazer do mundo cinza um lugar verde; da péssima melodia colorida um show de heavy metal; do ar seco e poluído um gás puro novamente; da atmosfera uma aurora de segurança; do meu desejo uma realidade, da ilusão uma espécie de vida…

E da vida, amor sem fronteiras. Sem aquele medo de antes, apreensão de tudo que poderia acontecer.
Agradeço a vida; foi ela quem me fez aprender.

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