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Pois é.

Pena. Pois é. Eu, ao menos, sempre caio de cabeça nas minhas decisões. Não temo meus sentimentos, não temo nenhuma entidade divina, não me prendo a bens materiais e por esses aspectos me considero livre. Sou livre até não querer ser mais. Até querer abrir mão disso pelo amor. A maior burrice da vida que eu aceito e admito com o maior prazer. Sim, eu abro mão da liberdade pelo amor, e apenas por ele.

Mas não são todos que pensam (ou se sentem) assim

Dos Limões Vermelhos.

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