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Arquivo do mês: fevereiro 2011

Beyond

and far away.

This is the Life

Oh the wind whistles down
The cold dark street tonight
And the people they were dancing to the music vibe
And the boys chase the girls with the curls in their hair
While the shy tormented youth sit way over there
And the songs they get louder
Each one better than before

And you’re singing the songs
Thinking this is the life
And you wake up in the morning and you’re head feels twice the size
Where you gonna go? Where you gonna go?
Where you gonna sleep tonight?

No more enxaquecas.


Lembro que há algum tempo vinha tendo dores-de-cabeça constantes, aquela famosa enxaqueca. Toda vez que eu decidia refletir sobre minha situação atual, aquela rajada produzida pelos neurônios raciocinando atingia minha testa com uma dor incrivelmente incomodante.

De uns tempos para cá, não sinto mais nada. Foi quando parei de me preocupar quanto a isso. Foi quando parei de me flagelar por algo que não servia de justificativa. Só que tudo tem seu preço, não é? Várias pessoas se aproximam e perguntam se eu mudei o cabelo, comentam que minha voz está diferente, falam que meu rosto não é mais o mesmo. E talvez não seja mesmo. Quem sabe um rosto de experiência? Ou só a puberdade mesmo.

As perturbações ainda continuam, lógico, não há fim para elas e à ninguém que nelas permaneça. Mas, a partir do momento que o arrependimento deixa de existir e a ficha cai por completo, percebe-se que não vale a pena ficar se torturando por algo que não depende de você mesmo.

E como estou bem melhor que antes, ainda não me garanto nas noites de sono, mas o dia, pelo menos, passa muito bem; sem grandes complicações, e com meu astral durando mais tempo. Está ótimo assim.

O sono faz bem para a alma, à cabeça e e aos pensamentos. Limpa a mente clareando cada nuvem de ideias; todo dia, toda noite: eu penso. E, no final, vejo que não vale mesmo este preço… Me diga uma coisa: você acha certo só eu ficar imaginando? Só eu ter todo o trabalho?

É desgastante, e muito desmotivador.
Sem falar que minha paciência, por maior que seja, não vai durar para sempre.

Enlighten me – Masterplan.

Please, wake up.

Dear Logan,

Forever and Always… no more.

“E como poderia haver, mesmo?”
Uma breve reflexão da Duds. <3

Uma lasca de felicidade.

Olá, eu sou humano.
Cheguei a essa conclusão nesses dias.


Tenho um celular bom, ando pelo centro da cidade, estudo durante a semana, passo boa parte do meu tempo no computador, visito os shoppings das redondezas, compro minhas roupas, trabalho fora e nado de vez em quando.


Só que nada disso me faz viver como alguém de verdade.


As coisas mais simples é que me fazem de fato um ser, aquelas que me lembram de como é ser livre, de como você pode ser um pouco feliz apenas apreciando o que há ao seu redor… Já observou as nuvens se movimentando? Não estou falando de deitar no chão e vê-las passar, mas de subir em um lugar muito alto e olhá-las panoramicamente. Parecem ondas.

Que tal sentir, também, a forte brisa que balança os pinheiros de um parque? Eles vão e voltam, refletindo aquele verde maravilhoso de suas folhas para nossos olhos. Talvez o desejo sincero de uma criança: Lembrar de como coisas como chupar um sorvete de cor verde-água era mais importante do que todo dinheiro do mundo.

Colocar uma música no rádio do carro, deixar os vidros abertos apenas por uma fresta, e pegar uma estrada por um bom tempo. Sentindo aquele ar circulando por seus olhos e pulmões, com o som da sua música predileta espalhando-se pelos assentos e cintos-de-segurança do carro, procurando somente os seus ouvidos.

Ou encarar de frente os olhos de uma pessoa especial; e por meros instantes sentir o afeto que envolve ambos de uma maneira inexplicável. O sorriso sincero que tanto precisava, que nem o pior azar pode deixar de fazê-lo valer a pena.

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