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Arquivo do mês: abril 2011

Eu sou metal,

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raio, relâmpago e trovão.

Eu prefiro A Dança. Ou Há Tempos, Será e até Faroeste. Mas esta é também tão boa quanto todas as outras.
Metal contra as nuvens – Legião Urbana

mas

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Antes foi, e eu fiquei.
Amanhã fica, e eu vou.

Não há coisa melhor para escrever do que vento frio, barulho de chuva, anseios e angústias.

The girl

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Her skin is white cloth,
And she’s all sewn apart
And she has many colored pins
Sticking out of her heart.

She has a beautiful set
Of hypno-disk eyes,
The ones that she uses
To hypnotize guys.

She has many different zombies
Who are deeply in her trance.
She even has a zombie
Who was originally from France.

But she knows she has curse on her
A curse she cannot win.
For if someone gets
Too close to her,

The pins stick farther in

Voodoo Girl – Tim Burton

Não sei explicar

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End of Days.

Divã

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– Agora?
– Sim, agora.
– Não posso deixar para amanhã?
– Não.
– Não dá, não estou preparado.
– Eles estão esperando.
– Mas eles não vão gostar.
– Não importa, você tem que fazer.
– Preciso, mesmo?
– Tem que ser agora.
– Agora?
– Sim, agora.

Por onde começo? Bom.. É… Ah, sim. Há algum tempo venho me perdendo em pensamentos, no começo parecia só falta de atenção, mas hoje vejo como isso é sério. É como se tudo apenas passasse sem ser registrado; uma coisa ou outra fica, como sempre, mas não tudo.

Por que será que isso acontece? Aos poucos tudo vai mudando. Bem lentamente… imperceptível. Pelo menos era, agora mostrou-se preocupante. Sei que algo desenvolveu isso, e enquanto isso existir, não serão capazes de muita coisa.

Quem sabe largar tudo e começar do zero seja resposta? Lugares novos, comidas novas, bebidas novas, pessoas novas. Uma vida diferente, uma vida nova; vai ver até eu me tornaria diferente. Mas, não. Talvez por falta de oportunidade, admito. Como seria ótimo. Acho que estou tendo uma daquelas crises existenciais, estou vendo cabelos caídos no chão.

Acabei saindo do assunto, não é? Repare. Perco-me em meio as frases, não é preocupante? Não pode ser só falta de atenção. De onde vem essa vontade de esconder a cara? Não pode ser algo simples. Tantas palavras, tantos pensamentos, contradições, revoltas, risadas, choros, gritos, malícias, toques, retoques, angústias, prazeres, quedas, ascensões! Sou alguém sem essência.

– Entendo. E como se sente sobre isso?

– É, estou bem.

A Flor e a Náusea

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Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.

E a música?

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