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Nada de Camões

Publicado em

Fui intimado a esse desafio depois de “tirar onda” com a cara do sarau do Objetivo. Disseram que eu podia falar o que quiser, mas só se eu entrasse na brincadeira e ajudasse no conteúdo das apresentações. Oras, por que não? E o pessoal gostou.

Ventos sopram aquela tarde simplória.
O rosto nunca visto com sorriso fiel
Em lábio desenhado como papel.
Sem defeitos em dificuldade se mostra.

Bancos vazios embutidos de gente.
A pétala dada, vinda da semente.
Semeia esta a parte que nos torna.
Graça esta que a nada me incomoda.

Mão nenhuma há de segurar.
Neste ruivo olhar de esperança.
Quando mais nada a fará esperar.
O findar do sol em lembrança.

Transforma-se o amador na coisa amada.
Na dor que desatina sem doer.
Ao que deixa-se a ilusão na realidade,
É a ilusão que realidade vem a ser.

Todos estão convidados ao Sarau de artes, quem se interessar, é só entrar em contato comigo.

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