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Eles se calam quando estão felizes.

 

Falemos um pouco sobre inspiração, quietude e melancolia. Escrever se torna uma tarefa tão simples quando não temos nada a perder,  principalmente nas vezes que um mar de tristeza faz todo vestígio de felicidade se afogar junto ao seu detentor. Toda metalinguagem, toda metáfora,  hipérbole e retórica ficam transparentes como água! As palavras parecem surgir diretamente abstrato para o papel. No meu caso, querido leitor, meu parceiro é o teclado.

Essa inspiração perfeita vem das veias únicas de tristeza que correm o seu e o meu corpo, leitor… Mas eu não gosto de coisas perfeitas, acredite em mim,  as palavras providas de alegria deixam o papel mais bonito, talvez não mais sincero, porém traz consigo a satisfação de escrever sem tratar a escritura apenas como uma fuga. Os textos ficam mais singulares, não são facilmente assemelhadas às melancolias comuns, e humanas, de gente que gosta de sofrer.

Penso, eu, que às vezes devo escolher a mais bonita para aproveitar a vida, a mais inteligente ou a mais sincera. Na verdade, não me importam qualidades, não me importam dificuldades, não me importam desejos fúteis ou pequenas brigas sem motivo! Apenas sorrisos maravilhosos!

Me perdi durante muito tempo, andava na inércia do destino, esperando em um fim de tarde frio e de sol fraco esbarrar na rua com quem eu mais queria encontrar. Esse dia nunca chegou. Prefiro a que faz meu mundo o mais bonito.

Até quando puder.

Feliz ano novo, todo novo.

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