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Arquivo da categoria: Le fuckin’ liebe

I don’t have anything

I don’t have plans and schemes,
And I don’t have hopes and dreams.
I don’t have anything

And I don’t have fond desires,
And I don’t have happy hours.
I don’t have anything,

I don’t have love to share,
And I don’t have one who cares.

I don’t have anything,

Since I don’t have you.
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Um grito da Humanidade


We, humans, hope when there is no hope.
We believe when believing is idiotic.

Inspite of evertyhing, we prevail.

Let it out

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Como era gostoso sentir o sol esquentando o rosto, o vento desarrumava de leve nossos cabelos, suas unhas acariciavam meu peito enquanto você olhava para mim deitada em meu colo, tão confortável, parecido com um molde exato feito só para seu descanso.

Um sorriso bobo, ela disse.
Eu ria…

Eu fui feliz.

O vendedor de flores

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Minha flor…

Há momentos

em que todas as portas se fecham

e sentimos não conseguir mais sorrir…

Mas se realmente tentássemos,

talvez muitas portas voltassem a abrir.

Então, sorria!

Mesmo que uma lágrima traga tristeza,

um sorriso vai te trazer muitas flores.

O vendedor de flores

 

 

Aquele frio na barriga…

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…que, não mais que de repente, sinto quando te vejo <3

Eu canto para você.

Passados alguns dias, fora percebido que não era apenas uma fase.
Dia-a-dia, noite-a-noite, será que é realidade?
Gostei, certa vez, de quando seus fios de cabelo tocaram meu esboço.
Nada mais podia fazer para esquecer seu pequeno rosto.

Acontece, caro leitor, que assim é a vida.
Traiçoeira, indevida.
Mas nunca deixa de ser convidativa.

Interessante, eu diria:
Para que tantas voltas e frios na barriga?
Uma vez desejei que fosse fácil, vida.
Mas, pare! Preciso que seja implícita.

Continue como está. Continue como deve ser.
Quero desfrutar de todos os sabores
que tens a me oferecer.

No entanto, faço apenas um pedido.
Que esta alma rica, em corpo cansado, jamais seja esquecido.
Que ela espere mais um tempo, até o fim de outro ciclo.
Assim, lado-a-lado podemos aproveitar um do outro o sorriso.

Coroa

Uma volta…

Eu queria saber o que se passava na cabeça de cada uma naquele instante, o que aqueles olhares trocavam, por que vocês não mostram logo o que querem de uma vez? Ah, meu chá está esfriando, melhor aproveitar enquanto o Croissant não gela também.

Duas voltas…

Certa vez me disseram que quando você uma decisão difícil a ser feita, jogue uma moeda. Mas por que?

Três voltas…

A menina de bege parou, e começou a voltar em direção à mesa, ainda não muito distante de nossos assentos de madeira, sentou-se ao meu lado e sorriu inocentemente.

Quatro voltas.

“Subitamente, enquanto a moeda está no ar, você sabe o que você espera como resposta.”

A quarta volta foi a última que vi, depois disso, só encarava o rosto delicado da menina com outro grande rosto desenhado nas costas de sua camiseta. A resposta da moeda não importava mais, percebi que apesar das dúvidas do princípio, dessa vez, tinha escolhido não o fácil, mas o certo.

A outra garota tinha saído há alguns instantes pela porta da frente do nosso restaurante.

– Ela esqueceu o suco de maracujá, disse a voz doce ao meu lado.

– Não se preocupe, qualquer hora ela volta para buscá-lo.

Com certa dúvida no olhar, replicou:

– Eu acho que não…

– Hahaha, é, eu também acho que não.

Conversamos mais um pouco e terminamos nosso desejum. Segurei a sua mão e a levantei de seu assento, recolhi a sujeira do croissant crocante – muito gostoso, por sinal – e o pouco que restou do pote de morangos. De mãos dadas, íamos saindo de lá, mas lembrei que tinha que pegar aquela minha moedinha da sorte.

Voltei à nossa mesa e busquei-a pelo chão.
Sorri. Ou espantei, não sei dizer.

A moeda estava de pé, ainda assim esperando ser decidida. Será que até ela teria dificuldade em responder minha dúvida?

Não tem problema! Eu já tinha minha resposta. Todo aquele mar de questionamentos se extinguiu num último peteleco naquela moeda:

Cara.

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